Declara-me o que fizeste…

“Então disse Josué a Acã: Filho meu, dá, peço-te, glória ao Senhor Deus de Israel, e faze confissão perante ele; e declara-me agora o que fizeste, não mo ocultes.” (Josué 7.19)
Josué encontrou Acã em falta pois este havia tomado o anátema (uma capa babilônica, duzentos siclos de prata e uma cunha de ouro e escondido na sua tenda (Josué 7.21)), trazendo grande prejuízo e derrota espirituais a todo o Israel.
Acã não somente pecou, mas escondeu o seu pecado, achando que tudo estaria bem.
O pecado afeta não somente quem peca, mas também a todos que estão próximo de quem peca.
Esconder o pecado não é e nunca foi a solução para quem peca. A palavra de Deus é clara: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” (Provérbios 28.13).
Acã recebeu a pena capital por seu pecado, pois para ele não houve misericórdia, mas hoje para nós há misericórdia e perdão, pois Jesus Cristo assumiu em nosso lugar toda a culpa do pecado e nos perdoa, quando reconhecemos o nosso pecado e arrependidos recorremos a Ele, confessando e abandonando todo o pecado e crendo no pronto perdão.
Portanto, declare a Jesus o que você fez e Ele te perdoará.

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Perdido na multidão

“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mateus 18:20).
Recentemente uma pessoa, que não estava congregando em igreja alguma naquele momento, visitou a nossa igreja e, apesar de ter gostado, não ficou conosco e a razão foi simples, disse ela: “não gosto de congregar em igreja pequena, gosto de igreja com muita gente”.
Isso levou-me a pensar sobre o que realmente nos faz frequentar uma igreja.
A princípio eu diria que a razão principal para frequentarmos uma igreja é para servirmos e adorarmos a Deus, visto ser bíblico e sadio congregar-nos com os irmãos. Também porque o escritor aos hebreus nos recomenda permanecermos na nossa congregação, e tanto mais quanto vermos que se aproxima aquele dia (Hb 10.25).
Porém, quantidade não significa necessariamente qualidade.
E quando falo de qualidade, refiro-me a uma igreja onde Jesus é amado, servido e adorado, onde a Palavra de Deus é pregada e obedecida, tal como ela é, e onde o Espírito Santo tem plena liberdade para operar e se manifestar.
Multidão não é sinal de saúde espiritual, muito embora os pastores, e mesma as pessoas, entendam que igreja lotada é sinônimo de sucesso ministerial e igreja pequena seja o contrário, sinônimo de fracasso.
Jesus não prometeu está no meio de uma multidão, mas no meio de dois ou três reunidos no Seu nome, a não ser que a multidão também esteja reunida no nome dEle.
Mas o motivo porque muitas pessoas gostam de igrejas lotadas é porque não querem COMPROMISSO. Numa igreja lotada ficam “perdidas” no meio da multidão, sem serem notadas ou cobradas. É mais fácil. Podem faltar aos cultos e não serão sequer notadas. Porém, numa igreja com pouca gente qualquer um que falta faz a diferença e é notado. O pastor conhece todos individual e nominalmente. Não dar de ficar “perdido” no meio da multidão, pois a multidão não existe. O compromisso é maior.
Porém, não quero dizer com isso que uma igreja lotada não seja espiritual e verdadeira. Jamais afirmariam tal absurdo. Embora haja muitas igrejas grandes e lotadas que estão bem longe dos princípios da Palavra de Deus, mas creio que há igrejas comprometidas com Deus e sua Palavra.
Mas, meu conselho é: NÃO SE PERCA NO MEIO DA MULTIDÃO. Seja numa igreja lotada ou numa com pouca gente, assuma seu lugar no Reino de Deus e seja comprometido.
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Perdido na multidão

“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mateus 18:20).
Recentemente uma pessoa, que não estava congregando em igreja alguma naquele momento, visitou a nossa igreja e, apesar de ter gostado, não ficou conosco e a razão foi simples, disse ela: “não gosto de congregar em igreja pequena, gosto de igreja com muita gente”.
Isso levou-me a pensar sobre o que realmente nos faz frequentar uma igreja.
A princípio eu diria que a razão principal para frequentarmos uma igreja é para servirmos e adorarmos a Deus, visto ser bíblico e sadio congregar-nos com os irmãos. Também porque o escritor aos hebreus nos recomenda permanecermos na nossa congregação, e tanto mais quanto vermos que se aproxima aquele dia (Hb 10.25).
Porém, quantidade não significa necessariamente qualidade.
E quando falo de qualidade, refiro-me a uma igreja onde Jesus é amado, servido e adorado, onde a Palavra de Deus é pregada e obedecida, tal como ela é, e onde o Espírito Santo tem plena liberdade para operar e se manifestar.
Multidão não é sinal de saúde espiritual, muito embora os pastores, e mesma as pessoas, entendam que igreja lotada é sinônimo de sucesso ministerial e igreja pequena seja o contrário, sinônimo de fracasso.
Jesus não prometeu está no meio de uma multidão, mas no meio de dois ou três reunidos no Seu nome, a não ser que a multidão também esteja reunida no nome dEle.
Mas o motivo porque muitas pessoas gostam de igrejas lotadas é porque não querem COMPROMISSO. Numa igreja lotada ficam “perdidas” no meio da multidão, sem serem notadas ou cobradas. É mais fácil. Podem faltar aos cultos e não serão sequer notadas. Porém, numa igreja com pouca gente qualquer um que falta faz a diferença e é notado. O pastor conhece todos individual e nominalmente. Não dar de ficar “perdido” no meio da multidão, pois a multidão não existe. O compromisso é maior.
Porém, não quero dizer com isso que uma igreja lotada não seja espiritual e verdadeira. Jamais afirmariam tal absurdo. Embora haja muitas igrejas grandes e lotadas que estão bem longe dos princípios da Palavra de Deus, mas creio que há igrejas comprometidas com Deus e sua Palavra.
Mas, meu conselho é: NÃO SE PERCA NO MEIO DA MULTIDÃO. Seja numa igreja lotada ou numa com pouca gente, assuma seu lugar no Reino de Deus e seja comprometido.
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Oremos!

Orar é falar com Deus.
Tendo isso em mente, posso então orar a qualquer momento e em qualquer lugar, visto ser Deus onipotente e onipresente.
E, costumamos falar com quem conhecemos e temos uma certa afinidade. Raramente falamos com estranhos, a não ser se necessário e geralmente o essencial.
Mas Deus não é nenhum estranho. Ele é o amigo presente, é o Deus conosco.
Falemos com esse amigo, em tempo e fora de tempo!

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Apenas Servo

Servo quase ninguém quer ser.
A maioria deseja ser senhor.
Porém, se queremos ser vitoriosos na vida espiritual devemos ser servos.
Nada mais, além de servo!

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Haja Dedicação

“Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Romanos 12.7).

Tudo na vida é preciso dedicação se queremos ser bem sucedidos naquilo que nos propomos.

Nada vem de graça às nossas mãos. 

Deus criou o homem e o pôs no jardim, não para simplesmente gozar das maravilhas que o Criador havia criado, mas para trabalhar e administrar a criação. O trabalho não foi consequência do pecado, mas uma ordem divina.

Sem dedicação e propósito não se chega a lugar algum.

Assim são todas as coisas na vida. Há os que acham que Deus enviará tudo de graça, que a providência divina cuidará de tudo e que no final dará tudo certo, sem que haja qualquer empenho por parte da pessoa. Mero engano.

Quer ser bem sucedido no ministério, dedique-se ao ministério! Quer ser bem sucedido no ensino, dedique-se a estudar e ensinar! Quer ser bem sucedido na pregação, dedique-se a estudar, orar e buscar a Deus para que suas mensagens alcancem as vidas!

A palavra de Deus é clara: “esforça-te e tem bom ânimo” ( Josué 1.6).

A vitória virá, mas mediante a sua dedicação. 

Simples assim!

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De quem me esconderei?

Davi, o grande rei de Israel, um homem segundo o coração de Deus, se enamorou de uma belíssima mulher, que, para a sua infelicidade, era casada.
No tempo em que os reis costumavam ir para a guerra, Davi ficou em casa e deixou seus súditos e soldados por conta de Joabe. Numa tarde, quando acabara de se levantar de seu leito (um rei dormindo até a tarde em tempo de guerra?!), viu do terraço de seu palácio a belíssima e sensual Bate-Seba lavando-se. Provavelmente ela estava com pouca roupa ou com nenhuma, para despertar aquela paixão louca no rei.
Tendo averiguado de quem se tratava, soube que ela era mulher de Urias, um soldado valoroso e dedicado. Mas ele não deu importância a isso. Estava dominado pela paixão e volúpia!
Quando um homem é dominado pela paixão, perde o senso e a razão. Assim foi com Davi. Acabou tomando a mulher de Urias e pecou contra Deus!
E, como todo pecado tem consequência, o de Davi teve. Dentre tantas consequências, uma delas a mulher de Urias ficou grávida dele. E agora?
Vamos resolver a situação, pensou Davi. Chama o marido dela e ponha ele para dormir com ela. Assim, o filho do adultério seria filho do marido. Ledo engano! Urias era um soldado fiel à sua pátria e aos seus companheiros!
Que outra solução havia? Matar o soldado!
Ponha ele na fileira da frente no campo de batalha, foi a ordem! Que tristeza! Um rei querer a morte de um de seus mais fiéis soldados! E foi o que aconteceu, Urias sucumbiu no campo de batalha. Davi estava livre! Será mesmo? Um adultério e um assassinato pesando sobre seus ombros…
Mas como não podemos ocultar nossos erros para sempre, Davi foi descoberto. Pensava ele que estava tudo bem e resolvido, mas Deus, por misericórdia e amor, envia Natã a ele para que ele se conscientizasse e se arrependesse do seu erro.
Davi recebeu o perdão divino, mas não ficou isento das consequências advindas do seu pecado. Pagou um alto preço.
Ninguém se esconde de Deus, o próprio Davi expressou isso no Salmo 139.
Nossas soluções para o pecado são remendos rotos e ineficazes!
Esconder-se nunca foi e nunca será a solução. A solução é arrepender-se, confessar e deixar de vez por toda o pecado!
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