Declara-me o que fizeste…

“Então disse Josué a Acã: Filho meu, dá, peço-te, glória ao Senhor Deus de Israel, e faze confissão perante ele; e declara-me agora o que fizeste, não mo ocultes.” (Josué 7.19)
Josué encontrou Acã em falta pois este havia tomado o anátema (uma capa babilônica, duzentos siclos de prata e uma cunha de ouro e escondido na sua tenda (Josué 7.21)), trazendo grande prejuízo e derrota espirituais a todo o Israel.
Acã não somente pecou, mas escondeu o seu pecado, achando que tudo estaria bem.
O pecado afeta não somente quem peca, mas também a todos que estão próximo de quem peca.
Esconder o pecado não é e nunca foi a solução para quem peca. A palavra de Deus é clara: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” (Provérbios 28.13).
Acã recebeu a pena capital por seu pecado, pois para ele não houve misericórdia, mas hoje para nós há misericórdia e perdão, pois Jesus Cristo assumiu em nosso lugar toda a culpa do pecado e nos perdoa, quando reconhecemos o nosso pecado e arrependidos recorremos a Ele, confessando e abandonando todo o pecado e crendo no pronto perdão.
Portanto, declare a Jesus o que você fez e Ele te perdoará.

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Dormindo com o Inimigo

http://www.genizahvirtual.com/2011/02/dormindo-com-o-inimigo-quando-o-sexo-no.html

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Fé, esperança e amor!

Estamos chegando ao fim de mais um ano e no começo de mais outro ano!

Tudo o que aconteceu nesse ano que se finda é passado! Coisas boas ou ruins, tudo faz parte do passado, “as coisas velhas já passaram…” (2 Co 5.17).

O prognóstico para o futuro não parece muito alentador, mas uma coisa é certa, a fé, a esperança e o amor não podem faltar na vida daqueles que querem dias melhores para o futuro.

Sim, fé no Deus que está no controle de todas as coisas, fé em si mesmo, ainda que tudo pareça contrário e os outros não acreditem em você, fé no ser humano, ainda que nos decepcionemos, fé na vida, ainda que seja difícil e cheia de obstáculos!

Esperança no Deus que nunca nos deixa só e tem preparado um lugar de glória para cada um de nós, esperança que haverá dias melhores, esperança de uma vida tranquila e de paz, ainda que em meio a tormentas e tribulações.

Acima de tudo o amor, que deve estar presente em todas as ações e atitudes de nosso ser. O amor que deve encher nossos corações de tal maneira que não haja lugar para nenhum sentimento contrário. Amor a Deus sobre todas as coisas, amor ao próximo e a amor a si mesmo!

Afinal, somente isso permanecerá!

“Agora, pois, permanecem a , a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13.13).

“Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação” (1 Tessalonicenses 5.8)

“Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa , do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai” (1 Tessalonicenses 1.3)

Feliz Ano Novo para todos!

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Que farei então de Jesus, chamado Cristo?

“Disse-lhes Pilatos: Que farei então de Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado.” (Mateus 27:22).

A pergunta de Pilatos ecoa até os dias de hoje e merece uma resposta honesta por parte de cada um de nós. A turba daqueles dias responderam: seja crucificado. Hoje, as respostas variam.

De fato, muitas pessoas não sabem o que fazer de Jesus. Não sabem se crêem nEle para a salvação e vida eterna, ou se O ignoram por completo. Há os que crêem parcialmente, sabem que Ele é o Salvador, que Ele é Deus, mas não fazem nada. Simplesmente ficam neutras. Mas, queiramos ou não, o que fazemos de Jesus afeta por completo a nossa existência. 

Tenho recebido uns e-mails de alguns de meus contatos alertando sobre um filme que será lançado em breve, chamado “Corpus Christi”, que é uma grande ofensa ao Salvador. Não li nada a respeito do filme, mas parece que nele Jesus e os discípulos são apresentados como homossexuais. O e-mail diz que nós, cristãos, não podemos aceitar esse filme, devemos protestar e boicotá-lo para que não seja lançado. Sinceramente, podemos sim protestar, boicotar e “botar a boca no trombone”, mas não creio que o filme deixará de ser lançado. Mas uma coisa podemos fazer: não assisti-lo. O que as pessoas fazem de Jesus é questão pessoal. Nós sabemos que o nosso Salvador não é “gay” e tampouco os seus discípulos. Uma coisa não devemos nos esquecer: “o mundo jaz no maligno”. É mister que apareça essas coisas. Lembram do filme “Jesus Superstar”? Esse é mais um daquele. Deixemos pra lá!

Jesus não deixará de ser Deus, Senhor dos senhores, Rei dos reis por causa de um “filmezinho” qualquer. Ele é Deus e pronto. Isso não pode mudar  a nossa fé nEle e o fato de que um dia Ele há de julgar a todos. O importante hoje é: o que fazer de Jesus. Ele é Senhor e Salvador de sua vida? Você crê nEle como Deus? Saiba que a resposta a essas perguntas é essencial para a sua felicidade eterna!

Shalom Adonai!

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Amando e sendo amado

Há um falso conceito de que quem ama deve ser amado, ou seja, correspondido. O amor não exige nada em troca. Quem ama não exige, simplesmente ama e deseja o bem da pessoa amada,  mesmo que não seja ao seu lado, mesmo que não seja correspondido.

Isso é visto no amor de Deus pela humanidade. Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Amado para que todo aquele que nEle crê, não pereça, mas tenha a vida eterna. E pergunto: essa humanindade tem correspondido ao amor de Deus?  Claro que não! E Deus tem deixado de amá-la? Evidente que não!

Que melhor definição de amor do que a que encontramos em 1 Coríntios 13?

O amor que exige correspondência não é amor, é egoísmo e possessão. Há os que se utilizam deste princípio para exigir da pessoa que dizem “amar” para que a pessoa se sinta obrigada a corresponder. E quantos sentem até remorso por não amar tanto quem diz lhes amar? Claro que estou me referindo neste caso ao amor “storge”. Ah, devo dizer antes de tudo que há quatro palavras gregas na Bíblia que são traduzidas por amor: eros, phileo, storge e ágape. Não vou defini-las detalhadamente, basta dizer que cada palavra é aplicada no contexto correto e define sim o amor na devida circunstância. Eros é o amor erótico, sensual, que deve existir entre os casais, que deve ser acompanhado do amor  “storge”, o amor romântico e coberto pelo amor “ágape”, a maior expressão do amor, que é o amor divino, sem deixar de lado o amor “phileo”, que é o amor fraternal.

O amor é sacrificial. É capaz de se sacrificar pelo bem do próximo. Jesus disse que ninguém tem maior amor do que sacrificar-se pelo irmão. Com isso fica evidente que não há necessidade de correspondência no amor.

Bem, dito isto, resta perguntar: você ama?

Shalom Adonai!

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Salmo 12

Leia o Salmo abaixo, parece um retrato de nossos dias:

1  SALVA-NOS, SENHOR, porque faltam os homens bons; porque são poucos os fiéis entre os filhos dos homens.
2  Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobrado.
3  O SENHOR cortará todos os lábios lisonjeiros e a língua que fala soberbamente.
4  Pois dizem: Com a nossa língua prevaleceremos; são nossos os lábios; quem é SENHOR sobre nós?
5  Pela opressão dos pobres, pelo gemido dos necessitados me levantarei agora, diz o SENHOR; porei a salvo aquele para quem eles assopram.
6  As palavras do SENHOR são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes.
7  Tu os guardarás, SENHOR; desta geração os livrarás para sempre.
8  Os ímpios andam por toda parte, quando os mais vis dos filhos dos homens são exaltados.

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Dois homens, dois destinos diferentes

Eles eram discípulos. Andaram juntos, tiveram experiências em comum, viram coisas extraordinárias, presenciaram milagres e curas fantásticas ao longo da caminhada com o Messias. Tudo indica que um era superextrovertido, o outro superintrovertido. Um falava demais, o outro falava de menos e quando falou alguma coisa, falou inapropriadamente. Um fez uma declaração fantástica a respeito do Cristo, de que Ele era o Filho do Deus vivo, mas também se deixou levar pelo inimigo e foi usado por ele para dizer algo que tornaria impossível a nossa salvação.

Você já sabe de quem estou falando, não é mesmo? Sim, de Pedro e Judas. Os dois tiveram um momento crucial em suas vidas. Um se tornaria o traidor, o outro negaria o seu Mestre três vezes. A diferença estaria na atitude de cada um depois do pecado cometido.

Os dois seguiram caminhos totalmente diferentes.  Mas o mesmo sentimento invadiu a coração deles: REMORSO. Não, não venha me dizer que Pedro se arrependeu, enquanto Judas sentiu remorso simplesmente, como estou farto de ouvir em pregaçoes por aí.

O remorso de um o levou a enforcar-se, a tirar a sua própria vida numa tentativa de aliviar a dor que sentia por ter cometido tão grave pecado, o  de ter traído o seu Mestre, como ele mesmo disse “sangue inocente”.

O remorso de outro o levou a chorar amargamente.

Que diferença! Podemos concluir que os dois tinham conhecimento suficiente do Mestre para saber que Ele os perdoaria. Eles estiveram com Ele por mais de três anos e sabiam disso. Judas ao beijar o Mestre é chamado de amigo. Ora, se Jesus considerava Judas um amigo, o perdoaria por tamanha fraqueza! O problema estava em perdoar a si mesmo. Esse é o maior problema de muitos que pecam contra Deus.

O amor de Pedro pelo Mestre (e ele confessou isso três vezes) era muito grande para se deixar levar pelo sentimento de culpa, pelo remorso. Cabia a ele decidir se ficaria lamentando o pecado cometido ou se ia em busca do Mestre, para está com Ele, e receber dEle a incubência de apascentar as Suas ovelhas.

Um se tornou suicida, o outro, um dos maiores apóstolos e colunas da Igreja!

A diferença: a atitude e decisão pessoal de cada um. O fim, depende do caminho que seguimos. Cabe a nós escolher, afinal, Deus nos capacitou para que tomemos nossas próprias decisões.

É isso!

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